Estudo publicado na Nature levanta dúvidas sobre avanços da empresa em computação quântica, focando em software para fios condutores.
Um estudo publicado na revista científica Nature levanta novas dúvidas sobre os avanços da Microsoft na área de computação quântica. O físico Henry F. Legg, da University of Basel (Suíça), questiona u
A controvérsia gira em torno da abordagem da Microsoft, que aposta em uma partícula não confirmada chamada Majorana, diferentemente de concorrentes como IBM e Google. Legg sugere que dados mais amplos
O debate ocorre em um cenário de intensa disputa internacional pela liderança em computação quântica, considerada estratégica por governos e grandes empresas. Apesar das respostas da Microsoft, crític